No sussurro suave do fim de mais um dia de novembro, elevamos nossos corações a Ti, Fonte de toda a calma.
Que Tua presença seja para nós como o abraço morno da lareira em noites frescas de outono, aconchegando nossa alma. Dissipa, Pai, as névoas da preocupação, permitindo que nossos pensamentos repousem em Tua fidelidade. Concede-nos um sono de águas tranquilas, restaurador e repleto de Teu doce amparo, enquanto o mundo lá fora se aquieta.
Grato(a) sou, ó Divino Artífice, pelas sementes de graça que colhi hoje, mesmo na simplicidade das horas que se esvaíram. Pelos pequenos milagres disfarçados de rotina, pela resiliência em meio aos desafios, e pela beleza serena deste tempo de colheita e preparação. Que cada folha que cai nos lembre da renovação que vem de Ti.
Confiantes em Teu infinito amor, entregamos a Ti nosso ser. Amém.
Em paz me deito e logo adormeço, pois só tu, Senhor, me fazes viver em segurança. (Salmo 4:8)






