Ó Essência da Calma, ao findar deste 18 de novembro, dia que se despede tingindo o céu de tons outonais, venho a Ti com o coração receptivo. Que a Tua presença seja a luz que se acende enquanto o crepúsculo avança, dissipando as preocupações como fumaça ao vento.
Peço que Teu amor me resguarde como o solo fértil guarda a semente adormecida, prometendo a vida nova. Que cada pensamento inquieto se dissolva como a névoa matinal, e que o descanso seja um rio sereno, conduzindo-me à tranquilidade profunda e ao refrigério da alma.
Agradeço, Pai, pelas lições disfarçadas de desafios, pelos risos inesperados que aqueceram o espírito e pela resiliência que brotou silenciosamente. Por cada suspiro e cada passo neste dia, minha gratidão ascende a Ti, como o perfume das folhas secas que se misturam ao ar. Amém.
Quando te deitares, não terás medo; deitar-te-ás, e o teu sono será suave. (Provérbios 3:24)